Buquê
O uso do buquê teria surgido na antiga Grécia, como uma espécie de amuleto, confeccionado não apenas por flores, mas também de ervas (ou grãos) e alho, para afastar os maus espíritos e como símbolo de uma união frutífera.
Ao longo dos tempos as flores ocuparam seu espaço e sua variedade de cores e tipos ajudam a formar os mais lindos e diferentes buquês.
Hoje, muitas noivas para não se desfazerem dos seus buquês confeccionam dois buquês.
O primeiro, abençoado pelo sacerdote poderá ser guardado e até mesmo transformado em um quadro. O segundo, será lançado às mulheres solteiras, aquela que conseguir pegá-lo, será a próxima a se casar.
Grinalda: a noiva como uma rainha
O arranjo da cabeça é um adereço de extrema importância para as noivas. A grinalda permite que a noiva se diferencie dos convidados, fazendo com que se pareça com uma rainha. Símbolo de status e riqueza pode ser usada mesmo sem o véu.
Véu
Os gregos acreditavam que a noiva, ao cobrir o rosto, ficava protegida do mau-olhado das mulheres e da cobiça dos homens. Já na simbologia árabe, o hijab (véu), quer dizer, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa.
Peça azul
Manda a tradição que a noiva use uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. Recomenda-se também "usar o véu, uma jóia ou até mesmo o vestido" de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).